sábado, 29 de agosto de 2015

O psiquiatra débil mental me curou da loucura. Era nela que eu encontrava rigores, ardores, motivos e amores.

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Às vezes a gente até rir, mas como um sorriso emprestado. Anda faltando sorrisos de verdade.

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Você não ousa, você não sai da rotina, você faz tudo sempre igualzinho. Todos já sabem o que, aonde e o que irá fazer.

Você acha que morrer é só parar o coração e enrijecer esse corpo nojento?

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Entramos em novos relacionamentos com a guarda fechada e exigindo mais do que nunca em virtude do que já vivemos um dia. Essa tática faz com que percamos a oportunidade de encontrar alguém diferente, uma vez que já estamos pré-condicionados a achar que tudo dará na mesma.

Cometemos essa loucura.

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