quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Razão um cacete; viver é passional.

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Danço conforme a música, mas a que eu compor, arranjar e cantar. Orquestro meus próprios movimentos e não aguento ouvir canções batidas que me enchem o saco.

Ponha a viola no saco e vai dar seu showzinho barato noutras freguesias, pessoa!

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Amor não é corrompido por nada. O que corrompe o amor é querer dosá-lo, como se faz com um remédio. O amor não é uma doença. Ninguém morre do excesso de amar. Morremos é de medo, insegurança e por covardia amamos pelas beiradas. Amar menos como remédio para um amor não acabar não é loucura? Não é matar um amor que vibra?

Nosso amor vai acabar porque eu te amo muito, é isso?

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Chegar? Estrada certa? Se está o gostoso o caminhar...

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