terça-feira, 9 de junho de 2015


Uai, quando novo era uma obrigação, não tinha tanta graça, agora depois de velho é que ficou emocionante perder o juízo.

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Talvez se parássemos para pensar e nos perguntássemos o porquê da dor, do sufoco e desse trem doido que machuca, mas a gente acostumou até a sofrer. Vai ver que é só uma absorção errada nossa sobre as coisas, sei lá. Viver e envolver gera coisas fortes mesmo. Melhor a gente ignorar certas dores. Como? Procurando dores inéditas e parar de ruminar o que já não é mais. Difícil? Sim, mas...

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Mesmo diante da conturbada rotina, sempre haverá uma beiradinha para o amor e para a poesia, por isso, será fascinante estar por aqui.

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Se eu simplesmente escrever aqui que te amo talvez você gostasse, se disser que te amo muito, você já ficaria desconfiada, mas mesmo se eu dissesse uma e outra. não faria você entender na simplicidade literal das frases, o que sinto. Apesar de ser um clichê, mas verdadeiras, você entenderia de um amor como já teve ou como já tive um dia. Não ficaria registrado nas frases o comportamento também do meu estado físico diante da realidade dessa declaração. Minhas sensações estão além do que eu podia postar aqui. Meu coração está acelerado trabalhando dobrado para acompanhar o ritmo alucinante do sangue que ziguezagueia veloz para, bombeado, oxigenar meus órgãos que latejam febril no descompasso de todo o meu interior.

Então saiba, minha doce mulher, que tentei o impossível ao querer fazer que você compreendesse o que tentei dizer, mas que me tornei um poço de sensações, sentimentos e desejo e que essas coisas latejam em meu corpo e na minha alma me tornando um ser extremamente apaixonado.

Não, não, eu estou ciente de que não sou aquele homem tranquilo e sereno que ama pelas beiradas como você idealiza, gosta e deseja para relacionar. Eu não sei amar com educação. Eu te amo, mas...aguardo, não o mesmo amor de volta, eu sei, mas o... Adeus. Eu sei.