sexta-feira, 19 de junho de 2015

Dentro de cada um de nós, com certeza, existe um ser independente, que age à revelia sem a nossa permissão, talvez por isso nunca nos corrigimos totalmente. Eu acho que esse ser nunca deve ser banido de nós. Ele é o responsável pela nossa verdadeira personalidade. Ele se recusa a ser inventado pelos outros.

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Você tudo pode: Amar, odiar, beijar, cuspir, atiçar fogo, afogar, afagar, ascender, declinar, avivar, suicidar.

Você é a fronteira do tudo e do nada!

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Se esse demônio que lhe habita morresse, mas não, ele só dorme. Entende agora porque não confio cegamente em você?

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Solidão não é quando você está só com você mesmo, isso é uma fase de depuração e de um tempo realmente necessário para alguns questionamentos particulares; solidão é quando falta a parte mais importante de você em você e, não se achando, não tem a quem recorrer.