sábado, 15 de agosto de 2015

Há momentos de desejos ardentes e quase sempre acompanhados de paixão. Amor? Sim, pode acompanhar também, mas quase sempre espera o resultado da explosão inicial.

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Não dói mais, mas lembrar que doeu por tanto tempo dói, né?

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Em alguns casos não é porque deixa de acontecer por si só que perde a magia e o encanto.

Quase sempre a espontaneidade e a naturalidade é a melhor maneira de as coisas acontecerem, mas às vezes, não forçando a barra, claro, talvez seja necessário um empurrãozinho e uma forcinha a mais.

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Querer o suprassumo de tudo, mas sem deixar de gozar as delícias da felicidade simples.

Atingir o ápice se der, mas saborear os prazeres e dores do “até onde foi possível”, entende?


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