domingo, 6 de setembro de 2015

Arroz, feijão, água, amor já resolveria, mas tem muito mais e as pessoas se perdem.

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Se o amor restringe a liberdade, não sei, mas eu prefiro ficar preso assim a solto assado.

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Naquela tarde fria nem souberam que a sacolinha do supermercado que eu carregava pela rua, transportava uma calça 48, duas cuecas e uma camiseta, restante de roupa que ficou no quarto,  deixando o guarda-roupa, testemunha de tantas noite de amor,  um vazio , como o do meu coração.

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Na marra você não tira o imprescindível. Se não foi espontânea a entrega, você não recebeu o que precisava.