segunda-feira, 14 de março de 2016

Eu me recuso a aceitar a limitação desses amores comuns. Eu criei um amor fictício chamado "Maria Antônia". Ela representa o amor ao qual eu acredito existir: um amor arrebatador, um amor antropófago, um amor abismado, um amor indeterminado, um amor iluminado, um amor maternal, um amor tarado, um amor gozoso, um amor carente, um amor incoerente, amor etecétera e tal. "Maria Antônia" se tornou a sustentação do meu ideal. Hei de tirá-la do mundo do sonhos e realizá-la. Quero ver o mundo silenciar e ter que admitir: "Charles está vivendo o que pensávamos nunca existir".

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... E não me chame de ingênuo, infantil e sonhador, porque isso já não me atrapalha. Você saberá o que sinto, quando o verdadeiro amor explodir na sua cara.

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Se você a deseja, como consegue ficar hesitado em vezs de excitado?

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Algumas pessoas me adoram e outras me detestam não por eu mesmo, mas pela circunstância que se apresentava. Eu sou eu, Charlão, o chato, o gente boa, o fechadão, o bem-humorado, mas mesmo achando ser ingênuo julgar as pessoas assim, não vejo mal nenhum ser absorvido assim por uns e assado por outros.

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