domingo, 28 de agosto de 2016

Uma mulher nua que se dispa de si e de tudo mais é o que quero.

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Não é que me falte as palavras, é porque não tenho nada a dizer. “Sinto” muito, falo pouco.

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Eu sempre dizia que quem ama, ama. Que não tinha esse negócio de amar demais e amar normal. Mas, quanto a saudade, ah, tem saudadinha e saudadão, viu.

Agora fico perguntando se o ão dessa saudade não é consoante ao ão do amor de outrora.

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Para quem já teve um infarto, "aperto no peito" pode não ser coisa de alma.

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