sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Como um peixe, livre no rio onde nasceu, quer saber e conhecer a máxima liberdade de um marzão que tanto falam por aí, e que não sabe que lá poderia morreria nas águas salgadas, há também algumas pessoas que se perdem em busca de aventuras em mundos mais amplos. 

Pessoas que podem até ficar salgadas ou morrerem, mas que abriram mão da limitação e da previsibilidade do mundinho normal, mas preferem o risco à serem comidos pela rotina enfadonha, mesmo sem sal, juntos como os que ficam.

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Fabricaram um troço lá que faz um ponteiro locomover pra frente e daí em diante começaram a dizer que o tempo passa.


Quer dizer então que se o ponteiro locomovesse pra trás, o tempo também voltaria?

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