sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A gelidez do desencantamento do fim de um grande amor enrijece a alma de tal modo que não fica dúvida que morremos quantas vezes um grande amor acaba. Bem-aventurados os que ressuscitam num novo. Muito bem-aventurados.

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Secou a alma, não se deu conta disso, anda sem cambalear, não come cérebro, mas se tornou um zumbi sim.

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Como não tenho estrutura nenhuma, se a base que me sustenta é o amor?

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Se não tiver maldade no meio, magoar e ser magoado é do amor, é da vida.



Saber perdoar é um gesto,às vezes não só de grandeza e de redenção do outro, mas de se livrar de si e de se permitir de novo.






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