segunda-feira, 12 de setembro de 2016

A gente não é o que o outro pensa, e não sendo nós aquele, relacionamos com uma sensação estranha: Ter que ser um estranho para ser o autêntico absorvido pelo outro.

Só somos nós mesmos para pouquíssimos! 

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Construímos pensamentos comuns e exprimimos palavras parafraseadas embasadas na explanação do outro. A gente quer ser agradável, pelo menos, já que autêntico e verdadeiro, não dá.

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Vivemos em torno de dois bilhões de segundos. Pouco? Muito? Perder um segundo com picuinhas e gente chata?

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Esquecer, esquecer, não esqueci não, mas se não é pra ver nunca mais, vamos exercitar, uai.

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