quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Quem dera fôssemos uma face por detrás da máscara. Não. Somos máscaras por detrás de máscaras, máscaras, máscaras. Sem rostos, acéfalos. Mulas? Monstros!

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Lá fora, chuva forte, lágrimas caindo do meu céu, processo para a sequidão da nova moradia. Dor, muita dor. Inferno.

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Deleitou nas tetas da Petrobrás, mas agora está delatado, dilatado e deletado.

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Nada mais devastador do que atitude de coragem de um medroso desesperado.



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