terça-feira, 6 de dezembro de 2016

...E de repente a gente tem um piripaque...passa dias no CTI, consegue voltar, mesmo com vários stents nas coronárias com a impressão de estar tudo bem, mas sabendo da possibilidade de uma reincidência...mas aí ao invés de chorar e ficar inconformado, você percebe que possibilidade da morrer sempre existiu e que se viver agora não for para sugar toda a seiva da vida e amar, amar, amar e amar, não teria sentido!

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Felizes e afortunados são aqueles que conseguem fazer do vazio que fica com a ausência daquele grande amor que povoava a nosso interior e que um dia foi embora, um recipiente capaz de receber novos sentimentos que podem, se não igualar sensações de antes, pelo menos vislumbrar novas possibilidades.

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Ando um pouco preocupado, pois mesmo sem ser do tipo que gosta da palavra esperança, eu sempre acreditei que as coisas pudessem melhorar, mas ando meio desanimado, não por mim, pois o que me alimenta é a natureza, mas pelas pessoas que esperam o que não acho que vem mais.

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A gente perde pessoas que não deveria perder, mas a gente só sabe depois, então, a gente tenta se conformar e mesmo sabendo da raridade de encontrar uma nova pessoa que não pode perder mais, a gente procura e jura que tudo será diferente, mas a gente torna vacilar, pois não é?

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