quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Não sabe amar, não sabe possuir e sofre com a inaptidão do que abunda, em você, né?

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Tem hora que a gente assusta com certas reações de certas pessoas, que num lampejo do orgulho ferido faz um mal pra gente, mas não é ruindade, apenas um revide instintivo de algo que a gente não sabia ter provocado.

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Devagar, devagarzinho, seus espaços eu preenchia
Fazendo-me de amigo, mas desejando com mais ousadia.
Depois de um longo dia, já compartilhei até do seu cansaço
e que sensação boa quando você disse que lhe trazia alegria.

Já ouvi suas estórias, seus devaneios, percalços e fantasias
e tentava lhe envolver com um pouco do muito que eu lhe tinha:
Era amor, amor, amor. Minha intuição não me mentia.
No fundo, no fundo eu tinha por você, muito mais que simpatia.

Covardia lhe dizer depois
Onde você não mais podia
Soframos os dois


Pela minha covardia

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Ah, sem essa de irmãozinho

Amar fraternal um cacete
Eu te amo de forma passional
Sexo desejo – pacote completo

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