sábado, 29 de abril de 2017

Como somos estranhos. A gente não facilita, mas torcemos para que pulem o muro, arrombem a porta e nos entrem.

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Livros tão maravilhosos que para ficarem compridos e com mais de mil páginas (pra que?), lengalengas e lero-leros?

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Um atitude idiota, duas, três e você ainda pode se safar, mas você vem abusando demais de atitudes imbecis.

Dá para parar!!!

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A alma dói demais? Esquece um pouco esse tipo de dor. Bate a canela, de propósito, na quina da mesa. 

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A gente se gaba de ser o antídoto do mal que causou, mas nem sabe que fica sequela que diminui o amor.


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Abre o olho, mocinha, gosto é de saciedade e de o que alimenta de verdade. Arroz e feijão. Você é comida japonesa.

Nuntikero!

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Socializei pouco, mas o suficiente para me machucar.

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Ninguém é avisado de antemão, não tem um aviso pelo megafone. Ela chega de surpresa e quando não te paralisa totalmente, aleija, paralisando de um jeito ou de outro. 

Vivo agora, morto daqui à pouco.


Somos frágeis demais para evitar amores.

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