quinta-feira, 6 de abril de 2017

Quem não quer saber de queda também não quer saber de voar.
É muito pouco viver só com os pés no chão. Ame, garota!

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Rachou, soldou, continuou, tornou rachar, soldar, continuar, rachou de novo, hora de um navio novo, pois a vida exige que vamos para um alto (a)mar.

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...Aí você, com voz de choro ainda,  liga, imaginando ganhar conforto e colo para revigorar um pouco, mas a pessoa, ainda bocejando, diz: “Ah, vou não, estou morrendo de sono”.

Com quem você pode contar?

Quem é amigo de verdade?

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A gente sobrevive a um adeus, dois adeus, três adeus, mas meu Deus, quantos adeus a gente suporta?

As dores entre um adeus e outro não são suficientes para interrompê-los.

Que predisposição ou sina ou qualquer coisa doida é isso?

A gente acostuma com os adeuses, mas a gente vai perdendo o romantismo entre um e outro, por isso desanimamos mais facilmente.

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