segunda-feira, 17 de abril de 2017

Só fulana sabe que ando queixoso, chato e pesado, mas nem ela anda me aguentando.

Vou partir para outra...

Outra maneira de lidar com os problemas, claro.

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A gente perde aquele afoito e começa a ter um pouco de medo e acaba amando pelas beiradas. É como se perdêssemos uma parte do coração que vibrava mais.

Já pensou se se tornasse algo físico e perdêssemos um dedo, dois dedos, uma mão, um braço, uma perna, um nariz, em cada amor despedaçado?

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Eu me consolava com a ideia de que “um dia para de doer”, mas, poxa, a vida é tão curta e essa subjetividade de “um dia” parar dá uma sensação que vai demorar demais e a vida é tão curta.

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Acabou, acabou? Acaba sim, mas com a gente.


Puta que pariu, que dor “desgranhenta esse de não poder dar mais e nem receber o amor de uma pessoa que a gente já amou tanto?

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Deleitou nas tetas da Petrobrás, mas agora está delatado, dilatado e deletado.

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Nada mais devastador do que atitude de coragem de um medroso desesperado.

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Nunca mais vi uma flor lá na serra! Aquela mulher era pura primavera!

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Uma bagunça dos diabos dentro da gente que precisa ser jogado fora e no meio dessas bugigangas quem dava sentido a vida da gente. Puta merda. Como esvaziar desses trecos?

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Se não tiver maldade no meio, magoar e ser magoado é do amor, é da vida.

Saber perdoar é um gesto,às vezes não só de grandeza e de redenção do outro, mas de se livrar de si e de se permitir de novo.

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