sábado, 20 de maio de 2017

Era pra levar? Entendi errado, acabei lavando a égua.

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Senti, senti, ressenti, senti, senti muito, muito mesmo, mas foi o suficiente. Chega. Vou viver.

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Quando a raiva de quem você ama ou amou, acaba, fica algo bom no lugar. Todo indiferente é ressentido ainda.

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Perdoe quem não te perdoa porque não se perdoou.

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Você morreu, pois sei que quem tinha sua fervura, não daria tempo de atingir essa frieza ainda em vida.

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A dor, o prazer, o sucesso, a derrota, o riso, a lágrima, o amor, o ódio. Tudo se integra de tal forma que deveríamos aprender a conviver com a glória e a inglória com uma certa naturalidade, mas não, a gente não consegue se libertar dos grilhões que nos aprisionam e a gente sofre, fica frágil e muitos se tornam infelizes para sempre.

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Há muita gente apregoando uma grande verdade e não a exprimindo em ação. Todos dizem que pouquíssimas coisas nessa vida devem ser levadas a sério, mas agem como se o mundo fosse um eterno velório.

Adoro os prazeres da vida, o senso de humor e tudo aquilo que me deixa com paz de espírito. Em nome de quê e de quem vou ficar ruminando os acontecimentos que me aborrecem e me deixam infeliz? Até parece que é proibido ser feliz, ser livre e solto. Não devemos ser submissos aos rigores que a sociedade nos impõe. As leis que regulam a ordem nos proíbem de tudo. Eu, particularmente, não atendo os meus atos a não ser a minha própria vontade. Vou sempre ser tachado de sem-vergonha e contraventor, e tantas coisas mais, mas jamais concordarei em ser um fantoche obediente. E acho que o que fiz até agora ainda foi muito pouco. De agora para frente é que eu vou assumir mais riscos ainda, para fazer muito mais o que propicia tudo de bom para mim e para os outros.

O fato de eu não querer me tornar uma vítima, não me transforma num carrasco. Eu quero é ser total. Por que aceitar ser fragmentado, limitado e constantemente infeliz? Medo do inferno? Pelo amor de Deus! Eu não credito que alguém abra mão dos prazeres da vida, porque tem que dar satisfação ao capeta. Nunca abra mão dos seus desejos, porque independentemente da recriminação da sociedade, seremos sempre aniquilados ou recompensados pela vida. Escravo dos desejos é quem os abafa. Todo mal nasce daí. Isso envenena nosso interior e nos deixa rancorosos e mal humorados. Todos seremos consumidos, independentemente do temperamento passional ou racional, seremos dissolvidos em cinzas do mesmo jeito. Está nas suas próprias decisões escolher ser o que você quiser.

Aja!

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_ Quem é você?
_ Eu sou Charles, também chamado de louco e irresponsável.
_ Por que?
_ Porque revelo meus sentimentos e manifesto meus pensamentos independentemente das conveniências sociais.
_ E qual a loucura que existe nisso?
_ Hoje em dia é proibido você ser você.
_ Então, eu não sou eu?
_ Ser você num mundo em que todos querem te refazer, é difícil, mas essa pergunta só deve ser feita a si próprio.
_ Mas eu tenho certeza que eu sou eu mesmo.
_ Será?
_ Você está tentando me confundi.
_ De jeito nenhum! É que as pessoas nos anulam sutilmente, sem nos apercebermos disso.
_ E você? Tem certeza que você é você mesmo?
_ Sou! Mas só sou porque descobri as sutilezas que eles usam.
_ E quais são?
_ Elas não podem ser ensinadas, só percebidas.

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Quando você fez meu mapa astral plutão ainda era planeta, Nem sei se sou de libra mais.

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Se aqui não está bom e o bicho vai pegar...Corra, corra, corra.


Para que corroer?

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A gente sabe que tem um fim lá na frente, mas a gente vai porque sabe da intensidade do que será vivido até lá.

O que a gente não aprende mesmo é saber conviver com o fim de o que pedia eternidade.

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Depois de uma desilusão imensa? Um momentinho bom aqui, outro ali, até se refazer e acreditar que a gente pode começar tudo de novo na boa.

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O amor tem que ser consumido até o final, mas o problema é que um acaba primeiro que o outro, aí já viu, alguém se sente usado e não rola mais.

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Amor próprio, Martha, não povoa solidão.


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O amor, feito uma fruta esquecida, apodrece num canto qualquer. O amor, feito a fruta, tem que ficar exposta, bem visível e se insinuando.


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Vou arriscar você na minha agenda!

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Não importa se eu mudei e para onde, você não sabia eu morava antes, uai.

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A pessoa chega e a gente não queria.

Ah, pessoa. Chega!

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Quando você partiu?
Colou-se por inteira?

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Ah, para com isso. Solidariedade é solidariedade, virtualidade é virtualidade, ombro é ombro. Até parece que você mora na Cochinchina.

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