quinta-feira, 15 de junho de 2017

Quem ama não é sacrossanto, quem ama é um ser humano movido pela alma apaixonada e por isso perfeitamente capaz de cometer pequenas bobagens que deveriam ser perdoadas quase que sumariamente.

Quem não perdoa coisas assim não sabe o que é amar alguém, apenas se corrói num sentimento estranho e que chamam de amor próprio.

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A gente morre um pouco em cada amor despedaçado e essa pequena morte dói, dói a ponto de termos medo de ressuscitar em um novo amor e correr o risco de doer mais e morrermos mais.

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Tem gente que pensa que é zebra e que todo o resto é leão.

Tem gente que pensa que é leão e que todo o resto é zebra.

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Nós, á flor da pele, em carne viva, apaixonados e passionais demais atiramos na outra pessoa, que julgamos fria e desinteressada, mas na verdade o projétil atinge o nosso próprio coração, matando-nos aos poucos em cada gesto impensado da loucura de uma personalidade boa, mas forte demais, fazendo de um amor que poderia ser puro e leve num sentimento desenfreado que se desfaz por não entender que a absorção do outro pode não ser tão eloquente, mas também verdadeira como a nossa.

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