terça-feira, 6 de junho de 2017

O problema não é Montes Claros ou uma cidade maior, mas é capital que mudemos o interior para que enxerguemos horizontes mais belos.

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“Longe dos olhos, longe do coração”? Sim vovó, eu sei, mas o vento insiste em trazer o perfume dela e a senhora do mercado também me chama de grandão.

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Quase sempre somos paliativos que deram ou não deram certos.


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Sim, você acredita no amor, mas está difícil de acreditar é em quem diz portá-lo, ou seja, em  você mesmo e nos outros.

Linguiça é linguiça, cobra é cobra, mas para quem andou envenenado por aí, basta ter o formato da coisa para sair desorientada por aí, né?

Calma lá. Há cobras, ora peçonhentas, que já ejetou todo o veneno e se redimiu, há outras que nunca foram venenosas e que só não passaram pelo seu caminho  e que ainda assim poderia ter encontrado você envenenada.

Atentemos, mudemos e acreditemos de novo.

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Eu me perdendo por aí cheio de mim, feliz sozinhos e vocês “me achando”.

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Pode fotossintesiar à vontade que eu não estou nem clorofilando para você, florzinha!

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Futebol, amor?
Melhor Cafu, né?


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