segunda-feira, 31 de julho de 2017

...Aí sabe, eu tive que concordar com as pessoas que calculam riscos e fogem quando percebem que não iriam longe, pois quem fazia como era fadado a quebrar a cara; e nem sempre pelo comportamento do outro, mas pela própria imperícia de lidar com uma presença física mais direta e consequentemente com os problemas compartilhados.

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...Aí sabe, eu tive que concordar comigo mesmo de crer que, apesar da imprudência da pressa, é preciso sim ter a confiança em si e no amor do outro e correr atrás do ideal, que é uma vida em comum, com sentimentos, vibrações e da sensação maravilhosa da troca de almas. E em nome dessa coisa linda sonhada acreditar no encontro de leveza e paz ainda sabendo que a gente é joguete das fantasias amorosas.

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Dizem por aí que temos que fazer o que se deve; eu lhe digo para fazer o que gosta e o que quiser, pois vou lhe contar algo que você sabe e esquece sempre:

Você morrerá no final!

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Você é o que lhe tornaram, mas morrer sem ser você pode ser não ressuscitar nunca mais.

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A leveza, (mesmo por detrás de uma aparência de falta de paz e loucura que a gente criava para justificar o nosso pouco amor dado), que algumas pessoas passavam e que era vital pra gente, só é percebida depois que a gente as perde.

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Eu andava chorando e não sabia o porquê, mas era uma tática do meu ser que queria despistar a verdade que se fazia: Eu apregoava o amor, falava de amor, implorava por amor, idolatrava o amor e com autoridade, pois o vivi intensamente, mas...Acabou. Depois de tanto ver quem ama pelas beiradas se dá melhor e ser mais feliz, jogo a toalha e entro no jogo que todo mundo joga: o da conveniência. Amor mesmo “daqueles”? Ninguém mais quer. Vou amar sozinho?

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Você tem medo de parecer ingênuo e ridículo por correr atrás do amor, mas sua ingenuidade seria esplendorosa, ridículo.

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Como diz na música: faça também amizade com o monstro que mora embaixo da sua cama e durma, se não em paz, pelo menos sem medo.

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Dependendo do que se cala, é melhor mentir.

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Um bom partido é aquele que ao partir um pastel lhe dá o pedaço que ficou mais recheio.

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Faça como Bukowski, deixe o pássaro azul que vive dentro de você respirar um pouco aqui fora, mas não deixe ele escapar.

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Bate no peito e diz: “Não mudo por seu ninguém”! Sim, há quem não mude mesmo, mas nunca amará e será amada. Relacionar é mudar, e MUITO, e não é pelo outro, é pelas exigências mesquinhas, ordinárias, mas inerentes de um amor intenso.

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Se fosse apenas algo em comum, mas:
Temos muito em comum.
Temo muito.

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O pássaro vivo come as formigas, mas depois de morto são as formigas que comem o pássaro. Lição do tempo? Nada a ver. As formigas que vão comer o pássaro não foram as mesmas formigas comidas e ainda assim as que vão comer, comerão um pássaro morto. Não vejo lição e nem alento nenhum.

As formiguinhas morreram cedo e foram comidas vivas.

(pra você que não é uma formiga, mas tinha uma bunda de tanajura e acabou sendo comida vida)

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