quinta-feira, 27 de julho de 2017

Da boca pra fora ou de boca pra dentro, mas eu quero deixar claro que não gosto de gente.

Circunda-me quem quer!

A previsibilidade do ser humano me cansa.

Já ouviram a expressão que denomina alguém especial que quebra as regras e faz diferente?

“Fulano não é gente”

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Ferida não tem jeito, a gente adquire no vibrar de viver, mas tem gente que deixa infeccionar.

Passa mertiolate e vai viver, vítimazinha duma figa!

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Numa queda correndo atrás de algo gostoso, fazendo amor, no máximo, meditando, mas você só rala o joelho rezando, criatura.

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Foi um passarinho que me contou “Que não vale a pena guardar sonhos, nem esconder sentimentos e que não é bom voar sozinho e que todo mundo quer formar um ninho. E eu concordo com o passarinho”. (Autor desconhecido)

O passarinho, tudo bem, é louvável ele dizer, pois não sabe que no meio dos humanos não se tem essa avis rara, mas quem concorda com ele é alguém que pensava como você antes de ser levada no bico por esses passarinhos-humanos mentirosos, né?

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Uma coisa óbvia, mas que vou dizer mais uma vez: A vida é curta demais. Faça o que gosta. Pare de martírios e heroísmo idiota. (da próxima vez, coloco uma vírgula entre o heroísmo e o idiota).

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Sim, erro muito ao escrever, não se importe tanto, estou aprendendo, mas me fazendo, entendido?

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Persistir é qualidade até certo ponto. Não adianta se esforçar tentando tirar uma uva de um pé de jabuticaba. São redondinhas, mas diferentes, né?

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