segunda-feira, 10 de julho de 2017

Enquanto eu posto com constância aqui é sinal de que meus dias ainda estão teóricos. Sinal de que ando vivendo pelas beiradas, sinal que me refugio na literatura para suportar o nada, mas está pertinho de eu perder um pouco do senso de responsabilidade que ainda tenho. Vou sair por aí nesse mundão e viver de verdade. Não convido ninguém pra vir comigo porque sei que não tem ninguém por aqui com coragem suficiente. São mais covardes do que eu!

Revolta? Depressão? De mal com a vida? Não. Nada disso. Apenas alguém que não está conseguindo evitar mais o convite da vida para vibrar de viver. Amo a natureza e quero me incorporar nela. Andar perto de árvores, rios, lagos, mar e se possível encontrar gente de verdade por aí.

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Para alguns as sem-razões do amor,
Para outros as cem razões do amor.

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Necessariamente prisioneiro não, mas consequência sempre haverá, o que não pode haver é falta de liberdade para você poder fazer. Certo ou errado? Não importa. Fazer!

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Não espere duas injustiças para tomar partido.

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Que tal ficarmos mais atentos aos pedidos de socorros que são feitos com um semblante que esconde apreensão e tristeza?

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Tem gente que é café quentinho; tem gente que é café friozinho.


Sim, são cafés, mas...

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Se não for fundo não vai conhecer ninguém por inteiro.

Pode gozar nas beiradas, né?

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