sábado, 22 de março de 2014


Mil esperam, um faz acontecer.

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O medo da dor faz a pessoa abandonar a ideia de se entregar a um grande amor. Prefere a dor certa da renúncia do que o risco do prazer maravilhoso que o amor também pode oferecer.

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Você não rega e cobra florescência, florzinha?

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Sozinho em casa com uma beats do lado, a ins(piração) vem e começo escrever. Se com nexo ou sem, não importa, mas nóis posta esse trem, uai.

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A gente não é, a gente vai se tornando, portanto nunca somos originais e estáveis.

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O fraco passa a odiar alguém que quer amar e não consegue ou não quer corresponder.

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Algumas pessoas me adoram e outras me detestam não por eu mesmo, mas pela circunstância que se apresentava. Eu sou eu, Charlão, o chato, o gente boa, o fechadão, o bem-humorado, mas mesmo achando ser ingênuo julgar as pessoas assim, não vejo mal nenhum ser absorvido assim por uns e assado por outros.

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Há momentos em que devemos dizer exatamente o que alguém precisa ouvir e não a verdade.

Um homem que tem sensibilidade sabe mentir uma verdade.

Não devemos confundir fraqueza com franqueza.

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Você não sabe nem nominar essa sensação doída que separa você de você mesmo, né?

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A gente pensa que matou, mas ainda somos atormentados pelos fantasmas das mágoas que não conseguimos superar.