terça-feira, 8 de abril de 2014


Hoje eu escrevi pra burros!

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Você é minha. Não se pertence. Está em mim. Vai ter que vir para se buscar.  Claro, se eu deixar.

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Quantos amores não se fazem porque as pessoas que se encontram vêm de sofrimentos anteriores e agem com comportamento de autodefesa que assusta?

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O vizinho tá com gastura que a árvore dele dá sombra na minha porta. Como será o caráter dele?

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Não que insistem num relacionamento onde amor acabou, é que o dia que alguém deixa de amar não coincide com o dia que a outra pessoa não se sente mais
Loucura seria depois da convicção da falta do amor, aí sim, permanecer.

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Entre a comodidade da rotina do lado de cá e a agitação do amor do lado de lá há um precipício fácil de saltar, mas a gente se apega na crença de que é perigosíssimo.

Um truque da mente para não ser perturbada pelas vibrações do amor, mas seu coraçãozinho pensa diferente e nessa luta, você geralmente fica do lado de sua cabecinha fraca, portadora da mente que quer sossego.

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“...Nóis num se ama, mais também não se odia, pur isso tamu junto té ôji.

Já uvi cês xamar issu de cunveniênssa.

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Ainda que você provoque gozo e orgasmo, ainda que faça tudo pelo outro, você só tem uma alma e as pessoas precisam de outras, maria possessiva da silva!

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Você sofrendo antes da hora e eu ficando feliz antes dela. Se o sofrimento e a felicidade não vierem, fiquei melhor enganado.

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É que perdi de mim e acho que me acharia em você, mas não sabia que você se aborreceria. Desculpa pela invasão. Se acaso me achar aí, me devolva e prometo me segurar mais.