domingo, 8 de junho de 2014


Tem gente que me pede desculpa. Eu pelejo pra lembrar do que, mas desculpo.

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Será que não percebe que a obscuridade do meu amor é absurdamente mentirosa?

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O dia foi uma bosta, mas no finalzinho da tarde ela me ligou e com aquela vozinha gostosa falou: É só pra mandar um beijo, Charlão. Nossa, tudo mudou. A noite começou divinal.

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Vai desgastando, desgastando, desgastando, desgastando, desgastando, desgostando até acabar, né?

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No jornal nacional hoje disse que no jornal hoje de ontem passou uma reportagem sobre o tempo presente, o agora, mas que teria prosseguimento no jornal hoje de amanhã, mas houve um engano, pois passou no jornal hoje de hoje o que o jornal nacional falou que passaria no jornal hoje de amanhã.

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Uma pessoa extremamente ríspida e sempre pronta a agressão é uma pessoa doente, não tenha dúvida.

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Lembranças ruins que ocasionam dores constantes que ocasiona até mesmo uma neurose obsessiva? Lobotomizar não dá mais, portanto rivotril ou a velha skol gelada ajudam, mas a solução é o antídoto, o amor, sim, aquele mesmo amor que fez os estragos, é a cura.

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Emergir se o ar faltar, mas se for para entrar no rio do amor, sem mergulhar tem graça não.

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Foi lindo, foi maravilhoso, foi magnífico, mas foi e não pode ser melhor com o que ainda não está tão bom, mas está sendo AGORA.

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Olhar com amor é pouco, é preciso tocar.