terça-feira, 1 de julho de 2014


A coisa é matemática. Uma perda aqui, um ganho ali. O negócio é não deixar desequilibrar. Geralmente gestos de amores reequilibram as coisas.

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O que é sentido como dores terríveis para alguns é absorvido como apenas incômodos necessários para outros. Dependendo da personalidade, dor para machucar tem que ser dor da boa.

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Pode ser na primeira hora da madrugada? Por que? Todos dizem que “uma hora vai dá certo”.

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Se soubessem dos seus medos e angústias até lhe ajudariam, mas você finge de “tá tudo bem” e bota uma pose, hein?

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Geralmente as pessoas vão embora quando não estão sendo atendidas como esperavam, mas ás vezes temos que deixar de fazer o que a pessoa espera para fazer o que é verdadeiramente benéfica para ela.

Amar ás vezes é ter que perder quem gostamos, é isso.

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Você não se deixa ser amada e reclama do jeito do outro. Ninguém ama ninguém na marra.

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O objeto não é encantado, mas portando o amor, você encanta tudo, entende?

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Some os minutos de espera. Quase uma vida de paralisação.

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Por que não continuou tentando até onde imaginasse poder para reverter a situação? Já sei. Falaram-lhe que você se humilha nesse relacionamento, né? Acha justo você se recolher e até passar a odiar a pessoa que queria de volta por que fulano ou sicrano tem uma visão estereotipada das coisas?

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No frigir dos ovos, ninguém fica. Sofrer por que?