sexta-feira, 1 de agosto de 2014


Não fique como medo, pois tem assombração que erra o caminho e lhe assombra sem querer e por acaso.

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Posso desiludir mais mil vezes e chorar mais mil vezes e ainda assim não desistiria de tentar eternizar um amor, mas pararei por aqui, mas só por puro capricho mesmo. É que adoro número redondo.

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Sim, viver requer carregar alguns pesos nas costas, mas com amor ficam mais suportáveis.

Uma geladeira? Um piano? Vai pesar para caralho!

Amor é amor e não tem nada a ver com isso, mas claro, congela dor e faz a vida ficar musical.

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Moça, você queixa demais e ama como se estivesse trabalhando. Isso não é amor, não. Vá embora, vai.

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Você já foi e não é mais, por que insistir em ser um destroço para alguém se pode ser nova e inteira para outra pessoa?

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Medo de não amar e sentir amado de verdade é um medo doído e preocupante.

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Estamos num tempo que um “eu te amo” é uma frase melosa e pedante de um personagem chatinho da novela das oito.

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“ Você se basta. Você é o suprassumo. Você, sim, merece o seu amor. A felicidade é você. ”

Ah, esqueci de mandar você também fazer um curso de contorcionismo para tentar fazer sexo com você mesma.

A felicidade é ter alguém que amamos e que nos faça sentir amados. O resto é conversa mole e coisa de livro de autoajuda.

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Esqueço que acabou e não posso ver um vidro embaçado que escrevo o nome dela, véio.

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Você não anda importando mais, mas nem sabe que o amor não acabou ainda.

Cuidado, vai chorar depois!