segunda-feira, 29 de setembro de 2014


Feito um cachorro, entrei em tantas casas que encontrei de portas abertas, vivia de cá pra lá, de lá pra cá, até encontrar você e nunca mais sair de lar.

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Levantar no automático e roboticamente cumprir todas as obrigações e vencer mais um dia?

Vencer? Tem certeza? Um dia sem vibração de alma é um dia perdido.

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Está sendo usado em vez de amado? Se começa a sentir assim, melhor ser claro e expressar isso ou embora de vez. Alimentar isso em si é começo de odiar a quem amava.

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É que eu tô no coração dela do lado que fica o amor fraternal? Esse amor meia-boca não me dá direito de fazer amor com ela. Que bosta!

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...Então a gente tenta se entreter molhando a plantinha, brincando com o cachorrinho, assistindo filmes, navegando na internet e saindo com os amigos, mas choramos caladinhos porque tudo isso são paliativos que não suplanta a falta daquela companhia exclusiva que queremos chamar de  amor, não é?

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Quem não tem rabo preso não precisa de plano de fuga.

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Troca amor por conforto e até leva o título de casada, né?

Você é a verdadeira puta, senhora.

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Será que todo mundo tá chato? Será que é mesmo um complô? Não é você  que perdeu o sabor?

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É difícil admitir que você precisa de quem não lhe precisa?

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A gente passa por uma única adversidade na vida e...pronto. Coitado de nós. Ai, Meu Deus. Como vai ser? Como vou superar isso? Tê tê tê, tá tá tá.

Somos melodramáticos demais!

Viver é espasmo de gozo e dor, mesmo, ora essa!