quinta-feira, 8 de setembro de 2016


Só o psiquiatra imbecil cura um louco feliz.

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Se a passividade diante de um sofrimento persistindo, mesmo tendo você o poder de tomar decisões que pode mudar o curso das coisas, não for masoquismo ou uma resignação burra, não sei o que é então.

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Cada um, como diz a música, sabe a dor e a delícia de ser o que se é, mas que você convoca capetas para o paraíso, convoca.
Pare de infernizar o céu, pessoa!

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Praticidade sem sensibilidade?

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A gente não é o que o outro pensa, e não sendo nós aquele, relacionamos com uma sensação estranha: Ter que ser um estranho para ser o autêntico absorvido pelo outro.
Só somos nós mesmos para pouquíssimos!

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Construímos pensamentos comuns e exprimimos palavras parafraseadas embasadas na explanação do outro. A gente quer ser agradável, pelo menos, já que autêntico e verdadeiro, não dá.

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Não dá para voltar e consertar  e talvez por isso viver é algo extraordinário. Chorar a própria dor, o remorso de fazer doer no outro e continuar prosseguindo, vibrando, errando, acertando, gozando e fazendo o outro gozar.

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Precisamos resistir à nossa tendência de nos preocuparmos com a opinião dos outros a nosso respeito. Sob o domínio do interesse alheio, permitimos que os fatos e as pessoas influenciem as nossas decisões. As considerações, que na felicidade predominam, vêm do nosso instinto e não dos outros. Danem-se eles!

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Vivemos num mundo onde o prazer foi feito para se sentir no escuro. Quando aparece alguém que acha a vida um orgasmo e não quer ocultar isso, é chamado de louco.

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Todo vento é a favor pra quem aprendeu viver ao sabor dele.

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